15/06/2020

A contratação de 190 profissionais de saúde que estarão na linha de frente para atender pacientes com covid-19 no Hospital Universitário de Londrina foi autorizada pela governador Ratinho Junior na sexta-feira (12), de acordo com informações do deputado Tiago Amaral, vice-líder do governo, que ficou em Curitiba para tratar desse assunto. Após a autorização da Procuradoria Geral do Estado (PGE) e da Comissão de Política Salarial da Casa Civil, que é formada por vários secretários de estado, faltava a assinatura do governador.

Do total, 64 vagas são para nível superior e 126 para agente universitário de cargo médio. Na lista de profissionais a serem contratados estão médicos, enfermeiros e técnicos. A contratação está prevista por um período de seis meses no valor de R$ 4,9 milhões, com custo mensal de R$ 832 mil.

No mesmo processo, o Governador autorizou a contratação de profissionais para os outros HUs.  No total serão 435 profissionais de saúde para UEL, UEM e UNIOESTE que atendem as macrorregiões de Londrina, Maringá e Cascavel. A contratação será por processo seletivo simplificado (PSS) nos três HUs e a UEPG por terceirização.

Para a UEM serão 128 profissionais, com custo mensal de R$ 635 mil e R$ 3,8 milhões por seis meses. No caso da UNIOESTE serão 117 profissionais de saúde com custo mensal de R$ 586 mil e R$ 3,5 milhões por seis meses, totalizando R$ 12,3 milhões.

“Em nenhum momento o HU de Londrina teve descompasso entre a quantidade de leitos prontos e aptos a funcionar e a quantidade de funcionários necessários para atendimento. A contratação foi feita conforme a necessidade e a chegada da própria estrutura física. Os equipamentos que chegaram antes tiveram profissionais contratados via terceirização e os que estão chegando esse mês e em julho terão os funcionários contratados pelo PSS autorizado nessa sexta-feira pelo governador”, afirmou o deputado Tiago Amaral (PSB), vice-líder do governo.

No projeto elaborado pelo HU para o Hospital de Campanha, que passou a ser chamado de Hospital de Retaguarda Covid-19, estavam previstos 247 profissionais. Com a chegada de parte dos leitos o hospital contratou profissionais via terceirização. A autorização dada pelo governador para 190 novos profissionais completa este quadro. “Existe uma preocupação com o aumento no número de casos de pessoas com a doença, mas que não pode ficar na conta do HU ou do governo do estado, isso porque o hospital recebeu uma estrutura que o torna o segundo maior do Paraná em quantidade de leitos”, complementou Tiago Amaral.

De acordo com a diretora superintendente do HU/UEL, Vivian Feijo, “com a conclusão do PSS será possível viabilizar a segunda fase de abertura do hospital de retaguarda COVID-19 que serão os 80 leitos instalados no prédio da maternidade. Os 40 leitos que somam os 120 leitos serão viabilizados de forma gradual em junho começando nesta segunda com a liberação imediata de 10 leitos de UTI , 20 moderados e 10 de UTI em 20 de julho na área de ampliação do Pronto Socorro, complementando o projeto inicial de 120 leitos”.

Hospital de retaguarda COVID-19 – De acordo com o deputado Tiago Amaral foram liberados R$ 10 milhões para os 120 leitos novos leitos para serem ativados no prédio da nova Maternidade e no espaço de ampliação do Pronto Socorro para tratamento exclusivo de pacientes com coronavírus. A ala vem sendo chamada de Hospital de retaguarda Covid-19.

Além dos recursos liberados para a estruturação do Hospital de Campanha, já foram viabilizados para o HU outros R$ 3 milhões junto ao Governo Estadual por meio de alterações orçamentárias e mais R$ 3,8 milhões de suplementação orçamentária. Também foram entregues dez conjuntos de equipamentos para leitos de tratamento intensivo (UTI), totalizando cerca de R$ 24 milhões. Outros R$ 3,2 milhões para o hospital de Campanha vieram da Câmara de Vereadores que autorizou o repasse de R$ 5 milhões. 

Fonte : Assessoria de Comunicação deputado Tiago Amaral

Foto: Wilson Vieira